
VILA OLÍMPIA, SP · PROTOCOLO PÓS-TRANSPLANTE CAPILAR




O procedimento termina. Cada enxerto está no lugar. Nenhum tem suprimento sanguíneo próprio ainda.
Os enxertos sobrevivem por difusão de oxigênio. O couro cabeludo está inflamado, o fluxo local está comprometido. É aqui que a câmara hiperbárica faz a diferença mais significativa: levar oxigênio a um território onde o organismo não está conseguindo entregar naturalmente.
Os enxertos que vão se integrar estão estabilizando. O ciclo capilar vai começar semanas depois — mas o que determina se ele começa foi decidido aqui.
Novos vasos começam a crescer em direção ao enxerto. A câmara hiperbárica estimula o VEGF — o fator que instrui o organismo a construir esses novos vasos mais rápido.
O que foi implantado vai ou não vai crescer. O trabalho da janela crítica está encerrado.
Nos dias 2 e 3, o inchaço que começa no couro cabeludo desce para a testa e frequentemente atinge os olhos. É o pós-operatório mais visivelmente incômodo do transplante capilar.
As microincisões onde os enxertos foram colocados formam crostas que precisam cair naturalmente. O processo normal leva de 7 a 10 dias.
Todo paciente de transplante capilar passa pelas primeiras semanas sem saber o que vai acontecer. O cabelo vai cair antes de crescer. O resultado só aparece em meses.
COMO FUNCIONA O PROTOCOLO
O protocolo de pós-transplante da Casa Hiperbárica requer pedido do cirurgião que realizou o procedimento. Se o seu cirurgião ainda não indica a câmara, apresente esse protocolo a ele — a maioria concorda quando entende o mecanismo.
Você preenche o formulário da Casa com as informações do procedimento: data da cirurgia, técnica utilizada (FUE ou FUT), número de enxertos. Isso já prepara o protocolo antes do contato.
Idealmente Dia 1 ou Dia 2 pós-transplante. Dia 3 ainda é dentro da janela mais crítica. Após o Dia 5, o protocolo ainda tem valor, mas o impacto na fase de difusão de oxigênio é menor.
Média de 5 a 10 sessões no protocolo pós-transplante capilar.
Cada sessão dura 90 minutos. Sem contraindicação para pacientes saudáveis em pós-transplante. A equipe da Casa avalia.
O protocolo pré-transplante existe e tem base científica — sessões nos dias anteriores preparam o couro cabeludo para receber os enxertos com melhor perfusão. Converse com o seu cirurgião. A Casa Hiperbárica atende em ambos os momentos.
Ainda dentro da janela. A neovascularização está em andamento e o oxigênio hiperbárico ainda contribui para esse processo. O ideal é mais cedo — mas mais tarde ainda é melhor do que não fazer.
A equipe da Casa orienta sobre isso no contato inicial. O couro cabeludo manipulado não é contraindicação — é o contexto para o qual o protocolo foi desenhado.
Apresente o protocolo a ele. A maioria dos cirurgiões capilares que entende o mecanismo de neovascularização reconhece a coerência do protocolo. A Casa Hiperbárica tem material técnico para facilitar essa conversa.
Não. Nenhum protocolo garante 100% de integração — nem a melhor técnica cirúrgica do mundo garante isso. O que a câmara hiperbárica faz é oferecer ao enxerto o ambiente com mais oxigênio disponível possível durante a janela crítica. O resultado é o que esse ambiente mais favorável permite.
Pedido médico do cirurgião necessário. Início ideal: Dia 1 ou Dia 2 pós-procedimento. R$ 450/sessão · média 5–10 sessões.